Segui a sugestão do próprio Fórum e procurei me aprofundar na obra de Graciliano Ramos [Vidas Secas]. Sempre ouvi falar nesta obra, mas nunca tive contato com a mesma. Por isso, primeiro procurei ler o livro, baixei da internet e fiquei lendo em casa, confesso que ao ver o numero de páginas quase desisti, mas assim que fui lendo, acabei me envolvendo com a história e me apaixonando. Para mim, foi uma leitura muito agradável e fascinante, chegando mesmo a me emocionar em algumas passagens. Depois, li alguns resumos na internet, li a biografia do autor, assisti o filme e o vídeo disponibilizado no material de apoio. Pude observar que o filme nos dá a comodidade das imagens e do personagens, porém, não se compara a leitura, pois a riqueza de detalhes é sem comparação. Ler os resumos foi importante, mas demostra muito pouco ou o mínimo que a leitura completa pode oferecer. É importante destacar as várias formas de conhecer a obra deste e de outros autores, que não seja apenas o livro, sendo que todas são alternativas valiosas e que contribuem para ampliar o aprendizado e o conhecimento daquilo que se está estudando. Dentre todas as alternativas oferecidas eu gostei mais do livro completo, já que tive uma imaginação mais abrangente do que li. Trabalhar com os alunos já exige estratégias diferenciadas, pois além do livro dá para oferecer outros materiais para despertar o interesse dos mesmos. Dentro da minha área Geografia, dá para se trabalhar inúmeros conteúdos, por exemplo, a reforma agrária, explorar as regiões, política etc., utilizando variados materiais disponíveis na internet e facilitar o aprendizado.
Este Blog está destinado para postagem de todas as atividades realizadas no curso de Especialização em Mídias na Educação - UNIFAP. Está sendo fundamental para minha formação continuada e prática pedagógica.
quarta-feira, 29 de janeiro de 2014
FÓRUM: gestão das tecnologias
Através do diagnóstico observei a importância do planejamento nas atividades pedagógicas para a execução dos projetos, principalmente os que utilizam as TIC.
Na minha escola (Coelho Neto) temos projetos em execução com bons resultados, e outros que ainda estão em fase de implantação, como o rádio escola, e sem as tecnologias seria difícil colocá-los em prática. Nossa escola é equipada de praticamente todas as tecnologias necessárias, comoTV, DVD, Data-show, caixa de som, lousa digital, entre outras.
Os projetos são discutidos com a coordenação da escola e professores em geral para o planejamento das ações. Destaco que só a presença das tecnologias na escola não garante o seu uso, se elas não forem adequadas para as atividades pedagógicas. É muito importante que todos tenham acesso as tecnologias existentes na escola.
Através do diagnóstico pude conhecer programas do qual eu não tinha conhecimento, como o RIVED e o SIGETEC. Pesquisei sobre ambos e aprendi a importância de cada um para as escolas.
Por fim, gostaria de enfatizar que os projetos desenvolvidos em minha escola permitem a inclusão, pois é grande o número de alunos com deficiencias, portanto, a realização atividades pedagógicas tem sempre o cuidado de poder garantir o acesso desses alunos nos trabalhos, interagindo com todos os outros alunos da escola
TAREFA: roteiro de vídeo
ROTEIRO
DE VÍDEO
SINOPSE:
Analisar o alcoolismo na
adolescência como um grande problema social e de saúde pública. Esse fato
começa na juventude e acaba se estendendo até a fase adulta, pois o álcool é
considerado uma droga lícita, e apesar de ser proibida a venda para menores de
idade é frequente os casos de embriaguez e suas consequências – brigas,
acidentes de trânsito e até mortes.
EPISÓDIO:
O alcoolismo na adolescência
1.
Plano Geral da Escola:
2.
Entrevista:
3.
Família:
4.
Bares e Mercearias:
5.
Especialistas:
6.
Mensagem Final:
SEQ
1 / Exterior / Dia – Plano Geral da Escola:
A câmera irá filmar a rua
onde fica localizada a escola, as ruas próximas, destacando os pontos de
comércio que vendem bebidas alcoólicas e bares. Irá encerrar a filmagem
mostrando a frente da escola e a extensão dos muros.
SEQ
2 / Interior / Dia – Entrevista (adolescente que bebe):
Um aluno irá ser o
entrevistador e irá ocorrer dentro da escola. Três alunos serão entrevistados.
Questionário:
1.
Quantos anos você tem?
2.
Bebe desde que idade?
3.
Quantas vezes por semana?
4.
Que tipo de bebida você consome?
5.
Como você faz para comprar a bebida?
6.
Com que dinheiro você adquire a bebida?
7.
Já teve problema de saúde por causa da
bebida?
8.
Já se envolveu em confusão ou brigas por
causa do álcool?
9.
O que a sua família acha desse comportamento?
10. Você
já pensou em parar de beber?
SEQ
3 / INTERIOR / DIA – Família
Será entrevistada a família
na residência do adolescente.
Questionário:
1.
O seu filho bebe desde que idade?
2.
Qual a frequência?
3.
Quem dá o dinheiro para ele?
4.
Ele já ficou porre? Quantas vezes?
5.
Ele já se envolveu em confusões ou brigas?
6.
Na sua família há pessoas que bebem?
7.
Ele já dirigiu alcoolizado?
8.
Já teve algum problema de saúde por causa da
bebida?
SEQ
4 / Exterior / Dia – Bares e Mercearias
Filmar os adolescentes
consumindo bebidas nos Bares e também comprando nas Mercearias. Observar seu
comportamento em grupo e sob efeito do álcool.
SEQ
5 / Interior / Dia – Especialistas
Filmar o comentário de um
médico sobre os males do álcool para a saúde do adolescente.
Filmar o comentário de um
psicólogo sobre o efeito do álcool para a vida social do adolescente, seja na
família, seja na escola.
SEQ
6 / Interior / Dia – Mensagem Final
Mostrar recortes das
entrevistas, dando ênfase aos aspectos maléficos do álcool, encerrando com os
comentários do médico e psicólogo. Demonstrar que o álcool não traz nenhum
benefício a saúde e a vida social, pelo contrário, só destrói as amizades, as
relações familiares e vida escolar.
(1ª)
ESCALETA:
O vídeo abordará o álcool na
adolescência e os entrevistados serão os alunos da EJA de 3ª e 4ª etapa da E.E.
Coelho Neto. Os entrevistadores serão os próprios alunos da turma. Serão indagados
sobre quantas vezes bebem por semana; que tipos de bebidas; como eles compram e
outras. A família também será entrevistada com perguntas relacionadas ao tema.
Serão filmados estabelecimentos que comercializam a bebida como bares e
mercearias. Especialistas da área médica e psicológica serão ouvidos para tecer
seus comentários acerca da temática. Por fim, a mensagem final irá mostrar
alguns recortes de depoimentos tantos dos alunos quanto dos especialistas,
frisando os aspectos negativos do consumo de álcool na adolescência.
O alcoolismo na adolescência:
SEQUÊNCIAS:
1.Plano
Geral da Escola:
2.Entrevista:
3.Família:
4.Bares
e Mercearias:
5.Especialistas:
6.Mensagem
Final:
(2ª)ARGUMENTO:
O vídeo irá retratar o tema
“álcool na adolescência” tendo como protagonistas os próprios alunos da
Educação de Jovens e Adultos por terem uma faixa etária que compreende entre os
15 e 18 anos. É urgente destacar esse tema, pois cada vez mais os jovens se
envolvem com o alcoolismo, e são atingidos pelos seus males. A escola como
principal agente formador não se pode furtar em abordar tal assunto em seu
currículo. Portanto, serão ouvidos tanto os jovens, a família e os
especialistas, colhendo assim seus depoimentos e pensamentos.
O primeiro local a ser
filmado será a escola e suas proximidades. O narrador citará o nome das
ruas. A segunda cena será no pátio da
escola, onde serão entrevistados os adolescentes. O entrevistador seguirá um
questionário. Na terceira cena será filmado nas casas dos adolescentes
entrevistando os pais dos mesmos. A quarta sequência destacará os bares e
mercearias, principalmente, as que ficam perto da escola, e que possivelmente
são frequentados pelos alunos. A quinta cena terá como alvo um médico e um
psicólogo que abordaram a temática a luz de suas áreas de atuação. E por fim, a
mensagem final conterá breves recortes dos entrevistados e especialistas,
ressaltando que o consumo de álcool não compensa.
O fundo musical conterá
músicas do Charlie Brown Júnior.
FÓRUM: Tv e Vídeo nas Escolas X Desafios
Em primeiro lugar, essa discussão deve iniciar dentro de casa, pois é no lar que passamos a maior parte do tempo assistindo televisão e, em segundo, na escola.
Na minha casa sempre discutimos sobre conteúdos da TV, principalmente por causa de meu pai, que sempre foi um crítico de tv. Fomos criados orientados sobre o que iriamos assistir e por quanto tempo. Hoje, isso é muito difícil fazer com nossos filhos. Quando eu era criança gostava de desenhos, hoje gosto de jornais e novelas e de vez em quando programas de humor.
Na escola, a conversa com os alunos e no sentido de procurar extrair o máximo de informação para contribuir para sua formação, pois o conteúdo que é abordado principalmente nos jornais é considerado como “atualidades” pelos vestibulares. Que não procurem ver somente o que lhes agradam, mas que também busquem um pouco de informação.
Penso que proibir é uma tarefa hoje quase impossível, pois há televisão em toda parte, inclusive nos celulares, portanto, resta estar preparado para orientar as crianças e adolescentes sobre aquele conteúdo não ser indicado para sua faixa etária. E esse “estar preparado” é o cerne da questão, pois parece que ninguém está.
Procuro adotar uma postura crítica diante dos programas que passam na tv, mas não deixo de assistir os programas que gosto, uma boa novela, programas de humor, desenhos animados. Eu não assisto programas policiais, pois na minha opinião se encaixam em programas sensacionalistas, pois mostram pessoas mortas ou gravemente feridas, cenas de violências forte e isso me deixa muito impressionada, pois não há cortes e nem tarjas/embassamento nas cenas, chocando quem assiste.
Com relação aos vídeos indicados penso que apesar de ser um processo difícil e longo, é extremamente necessário o debate. A escola tem um papel fundamental nesse processo, pois ensina os alunos a serem cidadãos críticos, mas para isso deve vencer o desafio de envolver todos – direção, coordenação, professores e alunos – na utilização dos vídeos e acervos da escola. O meio mais adequado para vencer esse desafio é inserir dentro do planejamento as ações que utilizarão o vídeo como ferramenta pedagógica, podendo também inserir nos projetos da escola, sejam culturais, científicos ou literários.
Como trabalho na TV Escola vivencio experiências com a tv e o vídeo, umas boas outras nem tanto, porém na maioria das vezes o professor utiliza o vídeo com algo que está relacionado com sua disciplina. Uma que se destaca é a “Oficina de Trabalho”, que utiliza os mais variados vídeos, com programas atualizados, como Globo Repórter e Profissão Repórter, abordando temas como drogas, alcoolismo, gravidez precoce, e violência urbana, um tema que está evidencia nos telejornais. Os alunos são orientados e expor suas próprias ideias, experiências, numa troca mútua de aprendizado.
terça-feira, 9 de julho de 2013
TAREFA: utilizando pedagogicamente o rádio
UNIVERSIDADE
FEDERAL DO AMAPÁ – UNIFAP
ESPECIALIZAÇÃO
EM MÍDIAS NA EDUCAÇÃO
PROFESSOR
TUTOR: ANA CRISTINA MAUÉS
CURSISTA:
ANNE DOS SANTOS OLIVEIRA
Tarefa:
Utilizando Pedagogicamente o Rádio - (Período: 26/06 a 03/07)
No site Escola
Brasil (http://www.escolabrasil.org.br/)
escolhi o Programa “Rádio pela infância”, que é voltado para o público
infanto-juvenil, com temas sobre drogas, preconceito, gravidez na adolescência,
a importância do pré-natal; Doenças sexualmente transmissíveis e campanhas
educativas sobre temas diversos. O programa tem como slogam “na Rádio pela
Infância a criança e o adolescente são prioridades”. Como atividades
pedagógicas pode-se trabalhar através de projetos: peças, exposições de trabalhos,
apresentação de danças, relatos de experiência, pesquisa na internet. Os
conteúdos como sugestão, podem ser trabalhados com as seguintes etapas: ouvir o
programa, pesquisar na internet, fazer uma exposição de trabalho e apresentar uma
peça como culminância.
O uso do rádio abre
várias possibilidades para construção do conhecimento. O professor tem uma gama
de atividades que ele pode explorar nas diversas disciplinas, basta que crie ou
saiba fazer o uso pedagógico dessa ferramenta.
O rádio, assim como
a internet é um mecanismo que repassa informação em tempo real. Através dele,
podemos ter acesso às noticias pelas quais passamos e que acontece em qualquer
parte do mundo. A vantagem do rádio é que ele é um meio de acesso a todas as
classes sociais.
Nesse módulo,
aprendi que não há como separar o rádio da educação. Esse vínculo possibilita
ensinar e aprender de um modo diferente. Pelas leituras, conheci experiências
que tem dado certo, ou seja, o rádio sendo utilizado pedagogicamente no
ambiente escolar. Percebi que essa ferramenta possibilita comunicação em massa,
interage com todos os envolvidos dentro e fora da escola, sendo elemento eficaz
na produção de cultura, privilegiando principalmente a linguagem oral, além
disso, propiciando a integração em vários aspectos.
Vejo a importância
de se estudar, conhecer e aplicar o uso do rádio, pois, no aspecto educacional,
há poucos programas voltados inteiramente para isso, sendo os que existem só
passam de madrugada em horários em que poucos estão ouvindo.
Portanto, faz-se
necessário criar mecanismos ou projetos pedagógicos para o uso do rádio na
escola, para que nossos alunos tenham a oportunidade de aprender e reconhecer
programas educativos e de qualidade e assim desenvolver senso crítico sobre
aquilo que ouvem e recebem através das diversas mídias.
Macapá,
03 de Julho de 2013.
Fórum: PROJETOS[rádio]
Visualizando sites sugeridos no Portal do Professor-MEC referentes a links de projetos pedagógicos que utilizam a rádio na escola, analisei três exemplos dessa natureza:
- Rádio som da Amazônia (disponível em: http://som-damazonia.podomatic.com/). Trata-se de programas feitos por alunos da rede pública municipal de Belém. Sua proposta é informação, entretenimento, música, dicas e cultura da Amazônia para a educação e cidadania. O projeto é sem dúvida um bom trabalho, com informações, entrevistas. Pelo que observei sua última atualização foi em 2007, não sendo possível saber se esse projeto continua sendo desenvolvido por essas escolas.
- Rádio Recreio (disponível em: http://radiorecreio.podomatic.com/). É um projeto da oficina de rádio escolar do PET José Emydio de Oliveira, Oswaldo Cruz – Rio de Janeiro-RJ. Os principais programas são o Tô na Área e o Informe Jovem. Os projetos partem do pressuposto que as rádios escolares não devem ser encaradas somente como meios de veiculação de informação e promoção de entretenimento. Desejamos que tais rádios superem o propósito da mera ocupação da hora do recreio, para audição de músicas ou envio de recados, mas que venham a se transformar também em um importante instrumento de desenvolvimento da autonomia, da solidariedade, da participação cidadã e de diferentes habilidades e competências de nossos educandos para vida nestes tempos, entre elas a capacidade de comunicação, de convivência com as diferenças, de interação, de cooperação e respeito mútuo. Também é uma boa proposta, com campanhas de prevenção contra a dengue; informes; apresentação de vídeos e fotos das atividades realizadas, porém a última atualização foi em 2011.
- Sistema Rádio Escola Stark – (Disponível em: http://www.radioescolastark.com/). É a rádio escola da cidade de Guarani, Espírito Santo. Além de conteúdo musical, apresenta textos, fotos de eventos e links para materiais, sites de escolas da região e sites educativos. Foi a que mais me chamou atenção, pois ao entrar nesta Web Rádio observei que toca música de fundo, apresenta calendário escolar 2013; projetos variados da escola; notícias; chat; biblioteca digital e jogos educativos. Observando este Link, penso que se houver uma ação conjunta de toda a escola, é possível sim investir nesse projeto, pois é um recurso que chama a atenção e tem boa aceitação pelos alunos. Esse projeto está inteiramente atualizado, como podemos observar neste no vídeo abaixo:
Considerações sobre a implantação desse projeto em minha escola: nesse mês de Maio/2013 a Escola Coelho Neto apresentou o projeto rádio escola a comunidade intra e extra-escolar. O mesmo está em fase experimental, e vem sofrendo mudanças e adequações que se fazem necessárias no decorrer das atividades desenvolvidas. Visa implementar o rádio de forma interdisciplinar aos conteúdos. Objetiva despertar no aluno o interesse educacional por essa mídia. A escola, dentre outros objetivos, pretende aplicar atividades pedagógicas alternativas, promovendo a habilidade de comunicar e informar, estimular o ato de pensar criticamente; despertar a criatividade do aluno para o uso da tecnologia como instrumento de desenvolvimento de sua capacidade de expressão.
CONTRIBUIÇÕES:
Jefferson Josue Pereira De Almeida: Bom dia, Anne! São três modelos bem significativos, onde o importante em tudo isto é despertar o interesse dos alunos em algo que os mantenha em sintonia com seu estilo de vida. Cada um de nós é dotado de habilidades, talentos, onde se os profissionais da educação souberem desenvolver nos seus alunos o interesse pelo ensino, porque não usar algo estimulante como o rádio que é um produto que agrega elementos como informação, comunicação, entretenimento, diversão. Tudo isso canalizado para o ensino é uma auxiliadora ao desenvolvimento intelectual do aluno.
Jefferson Josue Pereira De Almeida: Bom dia, Anne! São três modelos bem significativos, onde o importante em tudo isto é despertar o interesse dos alunos em algo que os mantenha em sintonia com seu estilo de vida. Cada um de nós é dotado de habilidades, talentos, onde se os profissionais da educação souberem desenvolver nos seus alunos o interesse pelo ensino, porque não usar algo estimulante como o rádio que é um produto que agrega elementos como informação, comunicação, entretenimento, diversão. Tudo isso canalizado para o ensino é uma auxiliadora ao desenvolvimento intelectual do aluno.
Anne,
Percebi que existem algumas formas de desenvolver um projeto radiofônico na escola. Dentre elas, o professor pode usar O APARELHO RÁDIO e incentivar os alunos a serem ouvintes, escutando programas de terceiros, bem como realizando atividades mediante as disciplinas, pois neste caso é necessário somente o instrumento rádio, celular ou microystem para que o aluno ouça as emissoras.
De tal modo que, aperfeiçoe a capacidade de ouvir, fazer silêncio para apreciar e refletir sobre os sons externos a eles. Neste caso o aluno será um agente passivo em relação ao rádio, ouvindo músicas, notícias, informações de sua comunidade e do mundo, mediante a emissora que for ouvir.
Mas, há uma extensão maior de usar as ondas radiofônicas, onde na escola terá UMA EMISSORA DE RÁDIO instalada em seu prédio. Desta forma, os alunos serão os locutores, os repórteres, os entrevistados, os produtores, e farão os programas no espaço escolar, onde tudo que for veiculado será feito com a participação dos alunos e comunidade escolar.
Podendo ser uma simples EMISSORA DE RÁDIO ADAPTADA com uma caixa de som, um notebook, microfones ou então ser UMA RADIO OFICIAL mais elaborada com equipamentos sofisticados radiofônicos, tendo suas ondas sonoras restritas à escola ou ampliada para a comunidade, informando ao público externo o que acontece na instituição escolar.
Esta talvez seja mais complicada, pois demanda mais recursos e pessoal capacitado. Assim, acredito que usar O INSTRUMENTO RÁDIO ou uma simples EMISSORA DE RÁDIO ADAPTADA com uma caixa de som, um notebook, microfones para desenvolver uma atividade pedagógica, parece ser mais viável, para o professor trabalhar na escola. No entanto, INSTALAR UMA EMISSORA DE RÁDIO OFICIAL NA ESCOLA demanda mais planejamento, equipamentos, tempo, profissionais capacitados e recursos financeiros. E talvez, por isso que esses projetos grandes iniciam, mas com o tempo são interrompidos
Alexsandra Pereira De Andrade Silva: Muito bons os projetos pesquisados por você colega. E o mais interessante deles é realmente o da Rádio Escola Stark, que apresenta uma variedade de informações educativas, essenciais para desenvolver uma aprendizagem dinâmica e prazerosa. Com certeza, se aplicado adequadamente em qualquer escola terá grande êxito, principalmente se a comunidade escolar participar como um todo.
Fórum: nós e o rádio
Procurei trabalhar com questionários mesclando entre professores e alunos e conclui que ambos escutam rádio diariamente, mas com finalidades diferentes. Para maioria de professores, o rádio é fonte de informações, mas, também, não lançam mão do entretenimento. Já, para maioria dos alunos, o rádio é um espaço de entretenimento, para ouvir música enquanto realizam outras atividades.
Apesar de todos conhecerem esse meio de comunicação poucos trabalharam esse recurso em sala de aula, mas já ouviram falar de projetos dessa natureza. Portanto, vejo que não há falta de informação sobre o uso pedagógico do rádio, o que falta é o interesse em utilizá-lo.
O rádio é pouco usado na escola porque falta o professor incluir esse recurso em sua metodologia, pois está nas mãos do professor o seu uso pedagógico. Falta incorporar o rádio na escola, através de projetos pedagógicos que estimulem o interesse e participação de todos.
Mas, para isso, vejo que os professores também precisam de estímulo e formação, para que assumam a tarefa de difundir conhecimentos através do rádio.
Com a plena consciência do significado que o rádio possui como instrumento de transmissão de conhecimentos poderemos resgatar alunos como cidadãos que pensam criticamente os problemas do dia-a-dia e também criando um espaço de interação dentro da escola.
Com as leituras do material destaco algumas vantagens do uso do rádio na escola, como: ter acesso ao conhecimento de forma dinâmica e reflexiva; o aluno é protagonista nesse processo; é um espaço de educação colaborativa e participativa; proporciona o desenvolvimento da oralidade; todos tem direito a voz.
Com essas descobertas, é possível sim utilizar o rádio na escola, pois numa perspectiva pedagógica traz muitas vantagens e contribuem para melhoria do ensino, através de projetos bem planejados para o resgate dessa mídia.
CONTRIBUIÇÕES:
Neuraci Silva Dias Rodrigues - domingo, 23 junho 2013, 21:25: Certamente é preciso incluir o rádio no processo educativo para que os alunos possam conhecê-lo também como uma ferramenta de aprendizagem, tirando assim o estigma de que o rádio é apenas para diversão e entretenimento. Então incorporar o rádio na escola é uma forma de estimular o interesse, a criatividade, e expandir o conhecimento sobre esta mídia.
Concordo com você, ao dizer que esta mídia se bem trabalhada, através de projetos bem elaborados e planejados, auxiliará ao educando à se tornar um ser crítico, participativo, reflexivo sendo o protagonista do seu próprio conhecimento, desde que bem orientado por nós educadores, ajudando-o a descobrir a verdadeira importância deste recurso no contexto educacional.
Alexsandra Pereira De Andrade Silva - domingo, 23 junho 2013, 23:50: Concordo com você colega Anne, quando diz que falta interesse em utilizar essa mídia, mas também acredito que falta informação. Pois conversei com alguns professores que nem imaginavam que se podia utilizar o rádio na prática pedagógica. Então, vejo que também falta os educadores saírem em busca de conhecimento, de estarem se atualizando e não ficarem parados apenas no conhecimento que já possuem sobre sua prática em sala de aula.
Helen Sardinha Chucre - terça, 9 julho 2013, 18:43:Você disse algo muito certo, colega: precisamos de formação e informação, do contrário fica difícil utilizar um recurso sem saber qual a forma adequada para isso.
Como você mesma destacou, o rádio é usado de maneiras distintas por professores e alunos, e nenhuma delas tende para o lado edcacinal. Precisaríamos encontrar um ponto em comum para que ambos conseguissem utiliza-lo para este fim.
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