Este Blog está destinado para postagem de todas as atividades realizadas no curso de Especialização em Mídias na Educação - UNIFAP. Está sendo fundamental para minha formação continuada e prática pedagógica.
sexta-feira, 31 de janeiro de 2014
quarta-feira, 29 de janeiro de 2014
TAREFA: Recursos didáticos
Recursos Didáticos é toda e qualquer ferramenta
utilizada no contexto de um procedimento de ensino visando estimular o aluno e
objetivando o aprimoramento do processo ensino-aprendizagem. Contribuem para
que o professor dê uma aula dinâmica e de qualidade, buscando a solução para os
problemas expostos, facilitando assim o aprendizado do aluno.
Eles permitem o melhor aproveitamento dos
conteúdos, estimulando o aprendizado, a motivação e o interesse pelo conteúdo
trabalhado. O bom uso pedagógico dos recursos dá incentivo para que o aluno se
sinta seguro e perceba que ele é capaz de aprender, já que ele é estimulado a
praticar aquilo que aprendeu. Eles se sentem satisfeitos por fazerem
descobertas e serem capazes de estimular o seu potencial.
Os textos do nosso material de apoio falam sobre a
fotografia, os jogos, a música, exposições, rádio, dvd e etc. Cada um deles,
com propostas pedagógicas bem elaboradas são oportunidades de garantir um
ensino de qualidade, cooperativo e que permite maior assimilação pelos alunos.
As possibilidades e limitações se esbarram na
questão da falta de preparo para se trabalhar com determinados recursos. Outra
situação é que algumas escolas não dispõem de recursos didáticos suficientes.
Mesmo com várias limitações o professor tem o
desafio de fazer uso dos recursos, assim como das tecnologias, investigando e
buscando meios e maneiras de se aproveitá-los nas aulas, assumindo o papel de mediador
da construção do conhecimento.
Conforme Moran (2000, p.23), “um dos grandes
desafios do educador é ajudar a tornar a informação significativa, a escolher
as informações verdadeiramente importantes, entre tantas possibilidades, a
compreendê-las de forma cada vez mais abrangente e profunda e a torná-las parte
do nosso referencial”.
Desse modo, os recursos didáticos têm o seu lugar
na escola, desempenhando um papel de destaque na socialização do conhecimento.
A escola e o professor dispondo dos recursos didáticos devem elaborar e avaliar
práticas pedagógicas que promovam o melhor aproveitamento do ensino.
REFERÊNCIA: Material de apoio da cidade virtual
FÓRUM II: Recursos Didáticos
Os principais recursos didáticos são: TV, DVD, Datashow, quadro branco, livros, revistas, mapas, dicionários e computadores. As principais limitações dizem respeito à manutenção dos equipamentos – a maioria está com defeito, e ao estado de conservação dos livros - rasgados e riscados. As dificuldades estão relacionadas ao não uso dos recursos por parte dos professores. De um modo geral, os recursos mais utilizados por eles são o quadro e os livros. São poucos os que utilizam Datashow e os computadores, pois ainda há falta de capacitação e também de interesse em se qualificar.
FÓRUM: recursos didáticos
Dentre as várias funções dos Recursos didáticos, destaco que eles permitem o melhor aproveitamento dos conteúdos, estimulando o aprendizado, a motivação e o interesse pelo conteúdo trabalhado. O bom uso pedagógico dos recursos dá incentivo para que o aluno se sinta seguro e perceba que ele é capaz de aprender, já que ele é estimulado a praticar aquilo que aprendeu. Eles se sentem satisfeitos por fazerem descobertas e serem capazes de estimular o seu potencial. Além de ajudar o professor a sempre aperfeiçoar a sua prática pedagógica.
FÓRUM: o uso da informática na prática pedagógica
Após as leituras recomendadas vejo que a firmações propostas tem o propósito de esclarecer que o processo ensino-aprendizagem deve se pautar em criar condições de interação que favoreça a construção do conhecimento de forma coletiva, em um processo democrático e coletivo de troca de informações. O professor não é o elemento mais importante nesse contexto, como o único detentor do conhecimento, ou seja, nesse processo deve-se destacar o professor como um facilitador da aprendizagem entre ele os outros agentes da educação.
Que o instrutivo e o educativo desempenham papel fundamental na formação do aluno, seja no aspecto intelectual (instrutivo), seja no aspecto social (educativo). Ambos precisam ser trabalhados juntos. Pois, seria negativo estimular apenas o lado intelectual de aluno, desconsiderando os valores morais os quais a sociedade está assentada. Ou o contrário, estimular apenas a solidariedade e o respeito, por exemplo, sem ensinar os conhecimentos necessários para desenvolver o aspecto cognitivo do aluno. Desse modo, no processo de ensino-aprendizagem a integração se faz necessária para formar um indivíduo na sua plenitude – moral e intelectual.
A integração dialética entre o instrutivo e o educativo se articula através da ação mediada do professor entre o conhecimento, os valores e o aluno, de forma que este possa se utilizar dessa interação para se desenvolver físico, intelecto e moralmente e que precisa haver a articulação entre o que é ensinado e o que é aprendido, e isso se dá através das estratégias desenvolvidas pelo professor e pelo aluno para apropriar informação e assim construir conhecimento. Pois o professor atua como mediador da aprendizagem e deve articular os objetivos, conteúdos e métodos necessários para que o aluno construa seu próprio conhecimento.
Estabelecendo a relação entre instrução/educação e ensinar/aprender temos:
O instrutivo é um processo de formar homens capazes e inteligentes. Entendendo por homem inteligente quando, diante de uma situação problema ele seja capaz de enfrentar e resolver os problemas, de buscar soluções para resolver as situações. Ele tem que desenvolver sua inteligência e isso só será possível se ele for formado mediante a utilização de atividades lógicas. O educativo se logra com a formação de valores, sentimentos que identificam o homem como ser social, compreendendo o desenvolvimento de convicções, vontade e outros elementos da esfera volitiva e afetiva que junto com a cognitiva permitem falar de um processo de ensino-aprendizagem que tem por fim a formação multilateral da personalidade do homem.
A nossa prática deve se pautar nessas discussões, em que o aluno deve ser preparado a lidar com seus problemas e resolve-los de maneira consciente, pautado em uma educação que os leve a pensar criticamente, baseado em um processo de compreender e nao só fazer, com apoio dos recursos tecnologicos na era da informação e comunicação.
TAREFA: proximidade, alinhamento e repetição
- Ao
examinar um cartaz ou uma página na internet observo diretamente para o
título de capa e logo em seguida observo as imagens, ou às vezes os dois
ao mesmo tempo. Dai em diante procuro pelas laterais observando o que está
em destaque e vou lendo aquelas matérias que mais me interessam procurando
sempre pelas imagens que a acompanham. Quando as reportagens ou noticias não
estão em destaque nas laterais, de preferencia à esquerda, elas
frequentemente estão bem no centro, pouco abaixo do título. Na internet,
as leituras possuem links, onde podemos clicar e mudar a leitura a
qualquer momento. Nos cartazes temos que seguir a ordem das informações,
pois no cartaz é bem interessante, já que são menos palavras e mais
imagens e quando bem elaboradas nos permitem a compreensão fácil e
imediata daquilo que se quer informar. E, ao fim da leitura volto a
observar para o inicio, ou seja, o título, que em geral, é o que chama
mais atenção, com o tamanho da letra e cor bem destacados em relação ao
restante.
- Nas
duas imagens, a que mais recorre melhor o princípio do alinhamento e
organizou melhor as informações foi a imagem do jornal “O Estado de São
Paulo”, já que os elementos estão inseridos de forma organizada,
facilitando a leitura. Não se observa itens colocados arbitrariamente em
qualquer lugar. Tanto o texto como as imagens possuem alinhamentos
centralizados, justificados, obedecendo a uma estética agradável e
organizada as informações, de forma inter-relacionada com texto e imagens,
dando um aspecto de unidade.
2.1. Sugestões
para o layout da imagem
do site How to make... Primeiro deve-se melhorar a aparência do título e a cor
de fundo do site, para que fique um contraste mais agradável e destaque melhor
a cor e fonte do nome do site. As informações poderiam ficar em forma de coluna
com um texto justificado e com a imagem ao lado, pois observa-se que a imagem
de destaca e acaba deixando o texto escondido e obscuro devido o tamanho da
letra ser muito pequena e a cor de branca, dificultando muito a compreensão do
texto.
3.
Para
realizar a atividade de item nº03 (Princípio da repetição), escolhi a revista
Nova Escola (edição de janeiro/fevereiro-2013) com tema de capa: “Professores
nota 10”. O título está bem destacado com letras em negrito, há elementos que
se repetem na imagem central onde estão os 10 professores, cada uma tem um nome
destacado sobre ele referente a uma disciplina proporcionando um aspecto visual
de unidade. Ao redor da imagem dos professores estão outras matérias da
revista, com letras menores, mas alinhadas, favorecendo leitura rápida e
compreensiva. Essa imagem também cria um aspecto de unidade. Observa-se que
alguns professores estão em pé, outros sentados, alguns repetindo as cores das
camisas, uns de vermelho, outros de preto e outros de cinza, ou seja, podemos
observar a repetição das cores, formas, texturas e as relações espaciais
unificando e fortalecendo o material, dando consistência ao tema de capa. As
cores das letras das camisas estão em contraste, realçando ainda mais a imagem.
CAPA
DA REVISTA:
FÓRUM: Vidas Secas
Segui a sugestão do próprio Fórum e procurei me aprofundar na obra de Graciliano Ramos [Vidas Secas]. Sempre ouvi falar nesta obra, mas nunca tive contato com a mesma. Por isso, primeiro procurei ler o livro, baixei da internet e fiquei lendo em casa, confesso que ao ver o numero de páginas quase desisti, mas assim que fui lendo, acabei me envolvendo com a história e me apaixonando. Para mim, foi uma leitura muito agradável e fascinante, chegando mesmo a me emocionar em algumas passagens. Depois, li alguns resumos na internet, li a biografia do autor, assisti o filme e o vídeo disponibilizado no material de apoio. Pude observar que o filme nos dá a comodidade das imagens e do personagens, porém, não se compara a leitura, pois a riqueza de detalhes é sem comparação. Ler os resumos foi importante, mas demostra muito pouco ou o mínimo que a leitura completa pode oferecer. É importante destacar as várias formas de conhecer a obra deste e de outros autores, que não seja apenas o livro, sendo que todas são alternativas valiosas e que contribuem para ampliar o aprendizado e o conhecimento daquilo que se está estudando. Dentre todas as alternativas oferecidas eu gostei mais do livro completo, já que tive uma imaginação mais abrangente do que li. Trabalhar com os alunos já exige estratégias diferenciadas, pois além do livro dá para oferecer outros materiais para despertar o interesse dos mesmos. Dentro da minha área Geografia, dá para se trabalhar inúmeros conteúdos, por exemplo, a reforma agrária, explorar as regiões, política etc., utilizando variados materiais disponíveis na internet e facilitar o aprendizado.
FÓRUM: gestão das tecnologias
Através do diagnóstico observei a importância do planejamento nas atividades pedagógicas para a execução dos projetos, principalmente os que utilizam as TIC.
Na minha escola (Coelho Neto) temos projetos em execução com bons resultados, e outros que ainda estão em fase de implantação, como o rádio escola, e sem as tecnologias seria difícil colocá-los em prática. Nossa escola é equipada de praticamente todas as tecnologias necessárias, comoTV, DVD, Data-show, caixa de som, lousa digital, entre outras.
Os projetos são discutidos com a coordenação da escola e professores em geral para o planejamento das ações. Destaco que só a presença das tecnologias na escola não garante o seu uso, se elas não forem adequadas para as atividades pedagógicas. É muito importante que todos tenham acesso as tecnologias existentes na escola.
Através do diagnóstico pude conhecer programas do qual eu não tinha conhecimento, como o RIVED e o SIGETEC. Pesquisei sobre ambos e aprendi a importância de cada um para as escolas.
Por fim, gostaria de enfatizar que os projetos desenvolvidos em minha escola permitem a inclusão, pois é grande o número de alunos com deficiencias, portanto, a realização atividades pedagógicas tem sempre o cuidado de poder garantir o acesso desses alunos nos trabalhos, interagindo com todos os outros alunos da escola
TAREFA: roteiro de vídeo
ROTEIRO
DE VÍDEO
SINOPSE:
Analisar o alcoolismo na
adolescência como um grande problema social e de saúde pública. Esse fato
começa na juventude e acaba se estendendo até a fase adulta, pois o álcool é
considerado uma droga lícita, e apesar de ser proibida a venda para menores de
idade é frequente os casos de embriaguez e suas consequências – brigas,
acidentes de trânsito e até mortes.
EPISÓDIO:
O alcoolismo na adolescência
1.
Plano Geral da Escola:
2.
Entrevista:
3.
Família:
4.
Bares e Mercearias:
5.
Especialistas:
6.
Mensagem Final:
SEQ
1 / Exterior / Dia – Plano Geral da Escola:
A câmera irá filmar a rua
onde fica localizada a escola, as ruas próximas, destacando os pontos de
comércio que vendem bebidas alcoólicas e bares. Irá encerrar a filmagem
mostrando a frente da escola e a extensão dos muros.
SEQ
2 / Interior / Dia – Entrevista (adolescente que bebe):
Um aluno irá ser o
entrevistador e irá ocorrer dentro da escola. Três alunos serão entrevistados.
Questionário:
1.
Quantos anos você tem?
2.
Bebe desde que idade?
3.
Quantas vezes por semana?
4.
Que tipo de bebida você consome?
5.
Como você faz para comprar a bebida?
6.
Com que dinheiro você adquire a bebida?
7.
Já teve problema de saúde por causa da
bebida?
8.
Já se envolveu em confusão ou brigas por
causa do álcool?
9.
O que a sua família acha desse comportamento?
10. Você
já pensou em parar de beber?
SEQ
3 / INTERIOR / DIA – Família
Será entrevistada a família
na residência do adolescente.
Questionário:
1.
O seu filho bebe desde que idade?
2.
Qual a frequência?
3.
Quem dá o dinheiro para ele?
4.
Ele já ficou porre? Quantas vezes?
5.
Ele já se envolveu em confusões ou brigas?
6.
Na sua família há pessoas que bebem?
7.
Ele já dirigiu alcoolizado?
8.
Já teve algum problema de saúde por causa da
bebida?
SEQ
4 / Exterior / Dia – Bares e Mercearias
Filmar os adolescentes
consumindo bebidas nos Bares e também comprando nas Mercearias. Observar seu
comportamento em grupo e sob efeito do álcool.
SEQ
5 / Interior / Dia – Especialistas
Filmar o comentário de um
médico sobre os males do álcool para a saúde do adolescente.
Filmar o comentário de um
psicólogo sobre o efeito do álcool para a vida social do adolescente, seja na
família, seja na escola.
SEQ
6 / Interior / Dia – Mensagem Final
Mostrar recortes das
entrevistas, dando ênfase aos aspectos maléficos do álcool, encerrando com os
comentários do médico e psicólogo. Demonstrar que o álcool não traz nenhum
benefício a saúde e a vida social, pelo contrário, só destrói as amizades, as
relações familiares e vida escolar.
(1ª)
ESCALETA:
O vídeo abordará o álcool na
adolescência e os entrevistados serão os alunos da EJA de 3ª e 4ª etapa da E.E.
Coelho Neto. Os entrevistadores serão os próprios alunos da turma. Serão indagados
sobre quantas vezes bebem por semana; que tipos de bebidas; como eles compram e
outras. A família também será entrevistada com perguntas relacionadas ao tema.
Serão filmados estabelecimentos que comercializam a bebida como bares e
mercearias. Especialistas da área médica e psicológica serão ouvidos para tecer
seus comentários acerca da temática. Por fim, a mensagem final irá mostrar
alguns recortes de depoimentos tantos dos alunos quanto dos especialistas,
frisando os aspectos negativos do consumo de álcool na adolescência.
O alcoolismo na adolescência:
SEQUÊNCIAS:
1.Plano
Geral da Escola:
2.Entrevista:
3.Família:
4.Bares
e Mercearias:
5.Especialistas:
6.Mensagem
Final:
(2ª)ARGUMENTO:
O vídeo irá retratar o tema
“álcool na adolescência” tendo como protagonistas os próprios alunos da
Educação de Jovens e Adultos por terem uma faixa etária que compreende entre os
15 e 18 anos. É urgente destacar esse tema, pois cada vez mais os jovens se
envolvem com o alcoolismo, e são atingidos pelos seus males. A escola como
principal agente formador não se pode furtar em abordar tal assunto em seu
currículo. Portanto, serão ouvidos tanto os jovens, a família e os
especialistas, colhendo assim seus depoimentos e pensamentos.
O primeiro local a ser
filmado será a escola e suas proximidades. O narrador citará o nome das
ruas. A segunda cena será no pátio da
escola, onde serão entrevistados os adolescentes. O entrevistador seguirá um
questionário. Na terceira cena será filmado nas casas dos adolescentes
entrevistando os pais dos mesmos. A quarta sequência destacará os bares e
mercearias, principalmente, as que ficam perto da escola, e que possivelmente
são frequentados pelos alunos. A quinta cena terá como alvo um médico e um
psicólogo que abordaram a temática a luz de suas áreas de atuação. E por fim, a
mensagem final conterá breves recortes dos entrevistados e especialistas,
ressaltando que o consumo de álcool não compensa.
O fundo musical conterá
músicas do Charlie Brown Júnior.
FÓRUM: Tv e Vídeo nas Escolas X Desafios
Em primeiro lugar, essa discussão deve iniciar dentro de casa, pois é no lar que passamos a maior parte do tempo assistindo televisão e, em segundo, na escola.
Na minha casa sempre discutimos sobre conteúdos da TV, principalmente por causa de meu pai, que sempre foi um crítico de tv. Fomos criados orientados sobre o que iriamos assistir e por quanto tempo. Hoje, isso é muito difícil fazer com nossos filhos. Quando eu era criança gostava de desenhos, hoje gosto de jornais e novelas e de vez em quando programas de humor.
Na escola, a conversa com os alunos e no sentido de procurar extrair o máximo de informação para contribuir para sua formação, pois o conteúdo que é abordado principalmente nos jornais é considerado como “atualidades” pelos vestibulares. Que não procurem ver somente o que lhes agradam, mas que também busquem um pouco de informação.
Penso que proibir é uma tarefa hoje quase impossível, pois há televisão em toda parte, inclusive nos celulares, portanto, resta estar preparado para orientar as crianças e adolescentes sobre aquele conteúdo não ser indicado para sua faixa etária. E esse “estar preparado” é o cerne da questão, pois parece que ninguém está.
Procuro adotar uma postura crítica diante dos programas que passam na tv, mas não deixo de assistir os programas que gosto, uma boa novela, programas de humor, desenhos animados. Eu não assisto programas policiais, pois na minha opinião se encaixam em programas sensacionalistas, pois mostram pessoas mortas ou gravemente feridas, cenas de violências forte e isso me deixa muito impressionada, pois não há cortes e nem tarjas/embassamento nas cenas, chocando quem assiste.
Com relação aos vídeos indicados penso que apesar de ser um processo difícil e longo, é extremamente necessário o debate. A escola tem um papel fundamental nesse processo, pois ensina os alunos a serem cidadãos críticos, mas para isso deve vencer o desafio de envolver todos – direção, coordenação, professores e alunos – na utilização dos vídeos e acervos da escola. O meio mais adequado para vencer esse desafio é inserir dentro do planejamento as ações que utilizarão o vídeo como ferramenta pedagógica, podendo também inserir nos projetos da escola, sejam culturais, científicos ou literários.
Como trabalho na TV Escola vivencio experiências com a tv e o vídeo, umas boas outras nem tanto, porém na maioria das vezes o professor utiliza o vídeo com algo que está relacionado com sua disciplina. Uma que se destaca é a “Oficina de Trabalho”, que utiliza os mais variados vídeos, com programas atualizados, como Globo Repórter e Profissão Repórter, abordando temas como drogas, alcoolismo, gravidez precoce, e violência urbana, um tema que está evidencia nos telejornais. Os alunos são orientados e expor suas próprias ideias, experiências, numa troca mútua de aprendizado.
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